Nada ficou senão a marca estampada dos teus dedos na minha
coxa.
Nenhuma razão que fosse suficiente para não me mover.
Eu não o culpo. O tempo foge e não cabe a mim.
O vento sopra a carne e o pensamento.
O que antes era, nunca foi.
Feneceremos, e o que quero não cabe a ti.
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